Olá pessoas.... Estou na reta final de um TCC... Escrevo quando posso, quando quero e quando acho nos arquivos algo perdido que escrevi há eras....Esse continho é um dos que escrevi há eras. É aquele tipo bobinho encantador. É também do tipo bobinho babaca, saca? Mas eu gosto... De vez em quando faz bem.
Enjoy!
Pronto! Num piscar de olhos. Estava tudo acabado. O coração havia se partido. Nada mais poderia ser feito. Tentou seu ultimo esforço em vão. O amor fulminante voltou.
O amor enganou o coração, laçando-o numa armadilha vil.
Apesar de tudo, uma vez mais, as coisas fluíam bem. O organismo funcionava em perfeita ordem. Olhos alertas, suor sobre controle, rins em perfeito funcionamento. Estômago com fibra.
O coração tranqüilo, não esperava seu mal, bombeando num ritmo acalentado todo aquele sangue.
Sentimento por vezes cruel e ordinário, vilão arrogante e ciumento, o sentimento de vazio. Estar vazio. Sentir-se só.
Um sentimento nulo, de tão vazio, na primeira oportunidade abriu as portas. A entrada no vazio é o que provocou todos os problemas. Um amor forte e fatal no incansável coração.
A boca secou subitamente. O suor empapou a testa. Os nervos, de todo aquele imenso organismo, tilintaram. Pane cerebral, nenhum órgão sabia como se portar. Foi muito devastador. Oportunista.
Mais um dos picos. Uma velha tática. Num momento tudo muito bom e noutro momento tudo muito ruim.
O coração estava acabado? Ele ainda tinha amigos. Pulmões sentimentais o trouxeram a novos ares. Uma lufada de ar. Toda calma voltava a se instalar.
Novamente um pico. Tudo morto agora. Nada mais funcionava, estava de mal a pior. Quase o fim, pois faltava um que ainda lutava.
Não resistiu. O coração partiu, levou corpo e alma. Os olhos nada enxergavam. O que aconteceu? Tudo morto. O amor fulminante voltou.
E assim por diante, sempre assim, sempre assim...
Sérgio Ferrari
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
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